Observamos que esta relação ainda é muita complicada não só no nosso país, mas também em países considerados desenvolvidos. Ainda há muita falta de informação acerca da Síndrome de Down, seja relativa as informações médicas específicas ou outras mais gerais, como desenvolvimento, inclusão familiar, escolar ou social, novas práticas em estimulação precoce e outras. Isto é bem sério, pois muitas vezes, os pais recebem informações completamente defasadas o que lentifica muitas vezes a chegada dos pais aos profissionais especializados que deveriam trabalhar com as famílias e com o bebê, complicando a dinâmica familiar e prejudicando o desenvolvimento da criança. Informações distorcidas e ainda muito preconceituosas diminuem as expectativas dos pais com relação ao filho e, portanto, restringem seu nível de investimento no mesmo.
Desconheço, em termos de saúde pública no Rio de Janeiro, programas de estimulação precoce sistemáticos que englobem os três ou quatro primeiros anos da criança. Com relação a serviços especializados em genética e outras especialidades médicas temos boas opções, principalmente nos serviços ligados as universidades públicas.